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Cidade de Changsha

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A cidade que fabrica fogos de artifício

Liuyang, a leste de Changsha, fabrica fogos de artifício há cerca de 1.400 anos e abastece boa parte do mundo. O fabrico, o calendário de festivais e a indústria que a técnica construiu são os três tempos de um comércio que sempre correu sobre a procura ritual.

Comer depois de escurecer na rua Pozi

A rua Pozi é a rua de mil metros de comida da Changsha antiga. A rua, o Palácio do Fogo no seu centro e o que a cozinha é de facto fazem da vida nocturna da cidade um hábito longo, vivo do anoitecer à meia-noite passada.

A torre que guardou a muralha da cidade

O pavilhão Tianxin é uma torre de portão sobre o único troço que sobreviveu da antiga muralha de Changsha. A muralha, a revolução que a demoliu e a torre que hoje existe são os três tempos que o velho recinto percorreu.

O museu e o forno

O Museu de Hunan guarda o passado escavado da província, das sedas de Mawangdui às peças pintadas sob vidrado dos fornos de Changsha. O edifício, o percurso pelas galerias e a cerâmica são as três maneiras como a coleção está disposta para os visitantes.

Três túmulos Han e uma mulher de seda

Três túmulos Han selados foram escavados em Mawangdui, Changsha, entre 1972 e 1974. Os três montes guardam uma descoberta acidental, uma mulher envolta em seda e o sul Han que os seus bens descrevem, uma economia do sul a funcionar lida como um inventário agrícola.

Uma escola milenar debaixo da montanha

A academia Yuelu foi fundada em 976 ao pé da montanha Yuelu e nunca deixou de ensinar. Os seus fundadores, os seus mestres e a universidade que cresceu do complexo são os três tempos da continuidade de uma escola.

O banco de areia no meio do rio

A Ilha Laranja é um banco de areia de cinco quilómetros no Xiang, em Changsha. Como a ilha se formou, o poema escrito na sua ponta e o parque em que se transformou são três voltas da longa vida de um único banco de areia.

Dois rios, uma cidade comprida

O rio Xiang organiza Changsha há dois mil anos. A travessia que juntou as margens por barca e ponte, o porto que fez de Changsha um mercado de arroz e o rio que ainda corta a cidade actual são três faces da mesma água.

Bordado feito sobre um fundo de seda

O bordado Xiang cresceu da agulha doméstica das mulheres de Hunan até se tornar um dos quatro estilos famosos do bordado chinês. A técnica, os assuntos que escolhe e as casas que a guardam são as três coisas que hoje mantêm o estilo de pé.