O instrumento principal é um banhu, uma viola de arco, e leva a melodia enquanto a claque marca o tempo. O Pingju é uma ópera bangzi, construída sobre banqiang, um sistema de melodias fixas variadas pelo tempo e pelo metro, de modo que uma melodia pode ser lenta e dolente numa cena e rápida e brincalhona na seguinte. A claque e a viola, entre as duas, sustentam um espetáculo inteiro.
A forma é também chamada Pingxi, e o seu nome mais antigo era Pingqiang bangzi, uma ópera de claque de melodia plana.
O que a distingue são as palavras. As passagens faladas e as linhas cantadas ficam perto da fala comum do norte, de modo que o público pode seguir o enredo de ouvido, e a forma viajou facilmente por essa razão. A sua casa é Luanzhou, um condado de Tangshan, e a cidade continua a ser descrita como o lugar onde o Pingju começou.
Os papéis começaram por ser poucos. O Pingju era uma ópera de três papéis, xiaosheng, o homem jovem, xiaodan, a mulher jovem, e xiaohualian, o bobo, e o seu repertório inclui Yang Naiwu e Xiao Baicai, Qin Xianglian, Liu Qiaoer, Hua Wei Mei, Yang Sanjie Acusa e Taohua An. No período republicano foi a mais famosa das óperas regionais chinesas, admirada pela representação apaixonada e pelos enredos românticos.
O cinema tomou-a cedo. Em 1936 Zhang Shichuan fez Begónia Vermelha com Bai Yushuang, a atriz conhecida como Rainha do Pingju. Outros nomes célebres são Xin Fengxia e a sua mestra Hua Furong.
