Uma história do teatro de sombras de Wangkui publicada num jornal de Suihua remonta a origem a artistas do condado de Laoting, em Hebei, que ensinaram a arte na região cerca de 140 anos antes do relato de 2023. As primeiras trupes imitavam a prática de Laoting. Com o tempo, os artistas de Wangkui desenvolveram figuras, cenários, entalhe e cor próprios, enquanto a fala e o canto ganhavam a sonoridade do nordeste de solo frio. Esta mistura ficou conhecida como escola Jiangbei.
Da revista
Teatro de sombras de Wangkui: da linhagem de Laoting ao estilo Jiangbei
O teatro de sombras de Wangkui começou com artistas de Laoting, em Hebei, e incorporou depois o canto e a fala do nordeste num estilo regional conhecido como Jiangbei.
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Uma rota de Laoting a Wangkui
Uma figura preparada para o ecrã
As figuras começam como pele de animal. Um relato provincial de cultura descreve uma sequência de imersão e prensagem da pele, secagem e polimento até ficar firme e translúcida, seguida da transferência de um desenho, do entalhe com faca e da aplicação de cor. Atrás de um ecrã iluminado, a figura plana torna-se personagem através dos dedos do manipulador; instrumentos e narração cantada completam a atuação. A preparação do material e a atuação estão ligadas: antes de se mover no pano, a pele tem de permitir um corte limpo e transmitir luz.
Um repertório que continua a mudar
O repertório de Wangkui também incorporou formas vizinhas. Em 2015, a trupe combinou teatro de sombras com a tradição épica Hezhe de Imanak na nova peça Xiwun Morigen, que recebeu um prémio nacional Leão de Ouro para melhor produção. A obra reuniu em palco duas tradições de Heilongjiang, alargando o repertório de Wangkui através de uma colaboração específica.