O conjunto familiar de Xiao Hong em Hulan dividia-se em pátios oriental e ocidental. Um relato cultural provincial diz que o pátio ocidental era arrendado e que a renda ajudou mais tarde a sustentar a casa. Tinha sete quartos acessíveis por um portão, além de um moinho, alojamento para uma família que criava porcos, quartos associados a uma mulher conhecida como Wang, uma moagem de farinha e divisões laterais menores. Os quartos dos inquilinos estavam ligados a diferentes ofícios e meios de vida.
Da revista
O pátio ocidental arrendado na antiga casa de Xiao Hong, em Hulan
O pátio ocidental do conjunto familiar de Xiao Hong em Hulan tinha quartos arrendados e espaços de trabalho, um mundo social que ecoa nas personagens de *Contos do Rio Hulan*.
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Um bairro dentro de uma casa
O pátio ocidental não era apenas uma extensão tranquila da residência familiar. Os seus quartos estavam ligados ao trabalho e à vida de arrendamento: moer, criar porcos, fazer farinha e manter uma casa sob o teto de outra pessoa. Essa mistura ajuda a perceber como um conjunto residencial também podia funcionar como um pequeno mundo social. A fronteira doméstica entre o pátio oriental da família e o pátio ocidental dos inquilinos moldava a forma como as pessoas se encontravam, trabalhavam e partilhavam o espaço.
Dos detalhes vividos à ficção
O relato oficial relaciona vários inquilinos e ofícios do pátio ocidental com personagens descritas em Contos do Rio Hulan, de Xiao Hong. Os quartos — moinho, loja de farinha, casa da família que criava porcos e aposentos arrendados — dão um cenário material ao mundo de bairro do romance.