Os terraços de chá sob o pico mais alto de Hong Kong
As encostas relvadas de Tai Mo Shan conservam vestígios de antigas plantações de chá, enquanto a chuva e os cursos de água continuam a moldar a montanha.
Hong Kong
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No ritual de Tai O, barcos-dragão rebocam sampanas sagradas com imagens de divindades pelos canais da povoação.
O inventário do património imaterial descreve a salga e a secagem ao sol de capturas sazonais.
O inventário do património imaterial descreve pasta de camarão prateado, sal, fragmentação e secagem ao sol.
Casas de madeira e chapa de zinco alinham-se na costa mutável de Tai O, onde as marés moldam uma povoação costeira singular.
A mata de Tai Po Kau começou num projeto público de arborização e tornou-se refúgio de árvores e aves florestais.
Em cada Festival dos Barcos-Dragão, duas comunidades de Tai Po realizam uma procissão noturna ao largo de Sam Mun Tsai. Levam estátuas de divindades nos barcos e pedem segurança em terra e no mar.
Construída em 1913, a antiga estação preserva a memória material do caminho de ferro de Hong Kong na cidade que serviu.
Em Sam Mun Tsai, Tai Po, o desfile noturno decorre no mar e liga um rito comunitário às águas junto da povoação.
As escavações em Wun Yiu revelam etapas da produção de porcelana azul e branca, da extração das matérias-primas à cozedura. Os moradores ajudaram nos trabalhos e o local conta um capítulo da indústria inicial de Hong Kong.
Os reservatórios de Tai Tam e as instalações associadas foram construídos por etapas entre 1883 e 1917, acompanhando a expansão do abastecimento de água de Hong Kong.
O templo Tin Hau de Causeway Bay conserva um sino fundido em 1747 e a memória de quando o santuário ficava junto ao mar.