Porco «bamei» no banquete das Sete Cores
Uma rota do Ministério da Cultura lista o porco «bamei» braseado entre os 25 pratos do banquete familiar das Sete Cores de Huzhu. Ele aparece junto a carnes e ingredientes de pomares e hortas.
Todos os artigos
21 artigos
Uma rota do Ministério da Cultura lista o porco «bamei» braseado entre os 25 pratos do banquete familiar das Sete Cores de Huzhu. Ele aparece junto a carnes e ingredientes de pomares e hortas.
Uma proposta apresentada à assembleia legislativa de Qinghai em 2021 incluiu o mosteiro de Qutan num plano mais amplo de preservação e desenvolvimento urbano. Em 2025, uma equipe universitária voltou a visitar o mosteiro ao pesquisar recursos turísticos de Ledu.
Uma rota rural do Ministério da Cultura de 2024 apresenta o banquete de batata de Huzhu: 79 pratos com batatas locais, do preparo frito ao cozido e ao vapor.
O museu de Liuwan exibe formas variadas: jarros com rosto humano, recipientes com alças, botas de cerâmica e vasos com imagens de animais. Forma e decoração distinguem os objetos da coleção do grande marco da aldeia.
Um levantamento de 2018 sobre aldeias tradicionais documenta casas em Hualong, Ledu, Huzhu e Xunhua. Formas comuns de pátio coexistem com variações locais de paredes, madeira e uso dos telhados.
O longo poema narrativo Tu “Qijia Yanxi” chegou ao palco contemporâneo. Em 2018, uma companhia de Huzhu levou a Pequim uma adaptação em qinqiang sobre um comandante da dinastia Ming.
Um panorama oficial sobre grupos étnicos lista grãos básicos e frutas do vale do Huanghe nas áreas de povoamento Salar. Como retrato agrícola datado, abre questões sobre estações, mercados e refeições domésticas atuais.
Jiezi aparece em dois mapas distintos de Xunhua: um regulamento publicado em 2018 a lista como município, enquanto uma história Salar mais antiga a coloca entre as unidades ocidentais de “gong”. O curso do Huanghe explica a orientação histórica.
Uma reportagem de primavera de 2026 coloca as pereiras em flor de Ledu e o mosteiro de Qutan na mesma paisagem sazonal. Os salões Ming e os corredores pintados ampliam o olhar para além dos pomares.
Uma exposição em Pequim, em 2026, apresentou um distintivo de ouro descrito como credencial estatal Ming para o comércio de chá por cavalos. Sua legenda abre uma história sobre rotas e trocas no planalto.
Uma exposição em Pequim mostrou, em 2026, uma réplica da estela do Salão Traseiro de Qutan. As faces opostas trazem inscrições em chinês e tibetano, respectivamente.
Os corredores cobertos de Qutan formam um espaço mural contínuo, que narra a vida de Shakyamuni do nascimento à iluminação. Cenas específicas aproximam histórias religiosas das paisagens do planalto e das oferendas.