Os lagos vizinhos Keluke e Tuosu, em Delingha, diferem em salinidade e juntos oferecem um ambiente úmido variado para aves.
Ler ↗
A reserva Keluke-Tuosu integra uma rede de aves migratórias, e seus registros mostram como funciona a observação de campo em uma área úmida desértica.
Ler ↗
No lago salgado de Qarhan, cristais visíveis coexistem com um processo industrial que concentra, purifica e cristaliza a salmoura para produzir potássio.
Ler ↗
Três anos de medições no monte Saishiteng mostraram por que uma crista desértica isolada podia receber um observatório.
Ler ↗
Um regulamento local de 2022 trata a escuridão como parte do ambiente de observação, define zonas central e de amortecimento e regula a orientação da iluminação noturna.
Ler ↗
Investigadores levaram instrumentos para uma montanha elevada sem estradas e fizeram medições contínuas para verificar se Lenghu podia receber um observatório.
Ler ↗
As formas yardang de Lenghu, em Mangya, são uma paisagem geológica terrestre; o Campo de Marte próximo usa essa aparência em atividades educativas de simulação.
Ler ↗
O site oficial do lago salgado de Chaka indica um endereço na vila de Chaka, condado de Wulan, e distingue a área do lago da zona turística gerida.
Ler ↗
A Ferrovia Qinghai-Tibete atravessa cerca de 33 quilómetros do lago salgado de Qarhan. O solo salino, o deserto e as cavidades de sal também tornam a manutenção parte da história desta linha.
Ler ↗
Em 2020, a linha Golmud-Korla ligou-se à Ferrovia Qinghai-Tibete na estação de sinalização Golmudhe. A abertura integral nesse ano ampliou a rede para Qinghai, o sul de Xinjiang e o Tibete.
Ler ↗
Um relatório governamental de 2023 sobre o parque industrial de Golmud acompanha a transformação da salmoura dos lagos salgados em sal industrial, sal com baixo teor de sódio, carbonato de sódio e nitrato de sódio.
Ler ↗
A modernização da estrada nacional 109 entre Zongjia e o leste de Golmud prevê construir uma ponte junto à linha e rodá-la 70 graus para passar por cima da Ferrovia Qinghai-Tibete.
Ler ↗
O recinto funerário à superfície, a estrutura subterrânea de várias câmaras da tumba 2018 Xuewei n.º 1 e um selo de liga de prata e ouro ajudam a interpretar a vida política na rota de Qinghai sob domínio tibetano.
Ler ↗
O selo quadrado de prata encontrado na tumba 2018 Xuewei n.º 1 foi exposto em 2023 no Museu Arqueológico da China, numa mostra sobre as tumbas de Reshui. A pequena superfície gravada abre questões sobre relações políticas e circulação histórica na rota de Qinghai.
Ler ↗
Bombas, placas de instalações e restos de edifícios públicos da antiga base petrolífera n.º 5 ainda desenham o espaço produtivo e quotidiano de Lenghu.
Ler ↗
Uma equipa de estudantes da Universidade Jiao Tong de Xangai testou em Oboliang o posicionamento de alta precisão, levantamentos com drones e a reconstrução tridimensional do terreno. A navegação e a geocerca continuam propostas, não serviços implementados.
Ler ↗
Uma reportagem de 2021 retratou o Lago Esmeralda de Mangya com faixas azul-claro, verdes e azul-escuras refletidas sobre o leito salino. É um registo da preparação da zona turística para abrir, não um guia atual.
Ler ↗