A reserva Keluke-Tuosu fica na rota migratória da Ásia Central, dentro de uma rede mais ampla. Em um estudo de 2019 a 2021, observadores percorreram transectos e pontos fixos, contando aves com binóculos e lunetas. Também registraram as condições do habitat e sinais de atividade humana, retornando às mesmas rotas em diferentes estações.
Da revista
Uma parada na rota migratória da Ásia Central
A reserva Keluke-Tuosu integra uma rede de aves migratórias, e seus registros mostram como funciona a observação de campo em uma área úmida desértica.

Uma rota pela bacia de Qaidam
Do avistamento ao registro
A pesquisa reuniu observações de 138 espécies durante o período estudado. Registrou aves residentes, migrantes de verão e aves de passagem, colocando a reserva em várias etapas do ciclo anual. Uma ave que cruza essa bacia seca pode ser vista por pouco tempo; rotas repetidas e contagens cuidadosas tornam essas visitas temporárias visíveis nos dados. Lugar, estação e espécie, lidos juntos, revelam a importância da reserva como parada migratória.