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Ngari

11 artigos

Arte rupestre e memória em Rutog

Os animais gravados de Rutog atraem pesquisadores há décadas, mas a história da arte rupestre também inclui métodos de documentação e incerteza nas datações. A revisão acadêmica de Tang Longhao mostra como pesquisas de campo transformaram imagens dispersas em objeto de estudo contínuo.

Manasarovar: água doce, zonas úmidas e peregrinação

Manasarovar integra uma zona úmida de altitude e uma paisagem de peregrinação viva. Os dados ecológicos oficiais distinguem sua água doce da água salgada do vizinho Lhanag-tso; relatos de peregrinação mostram como diferentes práticas religiosas se aproximam do lago.

Kailash: uma montanha sagrada em quatro tradições

Kailash é um lugar sagrado compartilhado, mas não corresponde a uma teologia única. Hinduísmo, budismo, jainismo e bon tibetano ligam a montanha a histórias sagradas distintas, e seus peregrinos seguem práticas próprias ao percorrê-la.

Piyang-Donggar: assentamentos e cultivo em altitude

Piyang e Donggar formam uma paisagem arqueológica na bacia de Zhada, com assentamentos, cemitérios e monumentos budistas. Vestígios vegetais e animais trazem agricultura e criação de rebanhos de volta à história local.

Assentamentos além da capital de Guge

A capital de Guge em Zanda era parte de um mundo mais amplo no oeste tibetano. Um estudo arqueológico de 2024 sobre Piyang-Donggar registra assentamentos, cemitérios e monumentos budistas, além de evidências de cultivo de cevada e pastoreio. Fontes históricas situam o comércio e a tradução na vida regional de Guge.

Guge: palácios e mosteiros sobre uma crista

Na crista de Tsaparang, em Zhada, encontram-se palácios, cavernas e monumentos budistas. Uma nova pesquisa arqueológica refinou as datas de algumas estruturas e mostra como a capital mudou em diferentes fases.