A história moderna do Dianhong está estreitamente ligada a Fengqing. O Departamento de Agricultura e Assuntos Rurais de Yunnan afirma que o especialista em chá Feng Shaoqiu chegou ao condado em 1938, selecionou uma amostra de um botão e duas folhas e produziu um chá preto que despertou interesse em Hong Kong. Segundo o relato, mais tarde o chá recebeu o nome Dianhong. Uma visita ao museu pode situar este episódio entre ferramentas, fotografias e registos fabris que mostram como um produto regional chegou a mercados mais amplos.
Da revista
Por dentro da história do Dianhong em Fengqing
O enquadramento histórico do museu do chá começa com uma experiência de 1938 e acompanha um ofício enraizado nas folhas e no processamento locais.
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Objetos, processo e memória
Um museu do chá é mais útil quando permite relacionar um objeto com um processo: uma grade de murchamento com a humidade das folhas, um rolo com a modelagem ou uma fotografia com uma fábrica e uma data específicas. As exposições de Dianhong em Fengqing ficam numa cidade onde o chá continua a ser uma indústria e uma identidade social; por isso, o museu é uma porta de entrada, não a história inteira.
O relatório de 2025 descreve uma sequência de objetos que vai de ferramentas de pedra e materiais da cultura local a amostras de chá, equipamento de processamento e mercadorias de caravanas. Regista também uma máquina de enrolamento Marshall ainda em uso e uma oficina onde os visitantes podem acompanhar o percurso da folha fresca até ao bolo de chá acabado. Estes objetos ligam a exposição à produção: a máquina não é apenas uma relíquia atrás de uma vitrina, mas parte de uma demonstração prática na história do chá de Fengqing.

