A cidade que fez de um brinquedo uma festa
Weifang solta papagaios de papel há séculos e realiza um festival internacional todos os abris desde 1984; em 1988 declarou-se capital do papagaio de papel.
Weifang é uma cidade de nível de prefeitura no centro da península de Shandong, voltada a norte para a baía de Laizhou ao longo de 113 quilómetros de costa. Os registos antigos chamam-lhe Weizhou e Weixian, e o outro nome é Yuandu, a capital do papagaio de papel, porque aqui está a sede da Federação Internacional de Papagaios de Papel. A prefeitura cobre 16 000 quilómetros quadrados, cerca de um décimo de Shandong e o segundo maior entre as cidades da província, e contava 9 386 705 habitantes no censo de 2020. Nas dinastias Ming e Qing foi uma terra de artesanato famosa, resumida numa contagem local: duzentos fornos, três mil fundidores de bronze, nove mil bordadeiras e cem mil teares. É cidade histórica e cultural de âmbito nacional.
Weifang solta papagaios de papel há séculos e realiza um festival internacional todos os abris desde 1984; em 1988 declarou-se capital do papagaio de papel.
O primeiro museu da China dedicado ao papagaio de papel, inaugurado a 1 de abril de 1989 num edifício com a forma de um papagaio centopeia de cabeça de dragão, com mais de mil papagaios.
Uma aldeia do distrito de Hanting, uma das três grandes terras de gravuras de Ano Novo em madeira da China, onde ainda se pode ver o ofício em funcionamento.
Uma cidade de nível de condado de Weifang, terra natal de Mo Yan, conhecida pelo recorte de papel e pelas gravuras puhui de cinza que estão na lista do património nacional.
Uma cidade de nível de condado a oeste de Weifang cujo nome é uma das nove províncias do Livro dos Documentos, e cuja cidade velha assenta sobre seis cidades muradas sucessivas.
Mais de duzentas estátuas budistas pintadas foram enterradas em Qingzhou e mais tarde desenterradas; algumas estão num museu que é o único de primeira classe numa cidade de nível de condado.
A cidade de nível de condado que se apresenta como pátria dos legumes, onde um mercado grossista e depois as estufas de plástico mudaram o que a China come no inverno.