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Shuishu e Duanjie: escrita, calendário e festa

Os manuscritos e o ensino oral de Shuishu, e a festa Duanjie segundo o calendário shui, representam formas distintas de transmissão.

Na mesma cidade · Prefeitura autônoma buyi e miao de Qiannan ↗
Manuscrito Shuishu do século XIX dos arquivos Shui de Libo, digitalizado pelo Programa de Arquivos Ameaçados.
Manuscrito Shuishu do século XIX dos arquivos Shui de Libo, digitalizado pelo Programa de Arquivos Ameaçados.

Conhecimento transmitido por livros e ensino

Shuishu, chamado Leisui na língua shui, é transmitido por volumes manuscritos e ensino oral de especialistas. O registro patrimonial cita livros de recitação e uso, além de volumes sobre horas e as vinte e oito mansões. Eles tratam da escolha de datas, ritos e assuntos práticos. O projeto sobre costumes Shuishu foi declarado pela prefeitura de Qiannan.

Duanjie segue um calendário escalonado

Duanjie ocorre quando os grãos amadurecem, segundo o calendário shui. O registro de Sandu descreve sete etapas de celebração ao longo de cerca de cinquenta dias, centradas nos dias Hai. A festa se distribui pela estação, em vez de ocorrer numa data única. Duanjie é uma inscrição distinta e foi declarado pelo condado autônomo de Sandu.

Ritos familiares e corridas no duanpo

Duanjie inclui oferendas aos ancestrais e visitas familiares, além de encontros no duanpo, local das corridas. O registro de Sandu descreve jima: depois de uma oferenda, os cavaleiros avançam rumo ao topo. Relatos nacionais de comida ritual shui também mencionam peixe, às vezes envolto em cebolinha. Práticas e alimentos variam de um lugar a outro.

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Créditos e direitos das fotografias
  1. Manuscrito Shuishu do século XIX dos arquivos Shui de Libo, digitalizado pelo Programa de Arquivos Ameaçados.Unknown author; digitised by the Endangered Archives Programme · Public domain Fonte da fotografia ↗ Orientação normalizada, redução proporcional e conversão para WebP; sem corte nem retoque.