Penghu fica cerca de cinquenta quilômetros a oeste de Taiwan, do outro lado de um canal raso e movimentado por balsas. O arquipélago é formado por noventa ilhas e ilhotas que cobrem 141 quilômetros quadrados. A ilha principal abriga Magong e Huxi e está ligada por pontes a Baisha e Xiyu; a Grande Ponte de Penghu, entre Baisha e Xiyu, é a mais longa de Taiwan. As ilhas são o resto erodido de um vulcão em escudo do Mioceno, e seus litorais foram recortados em plataformas e falésias. Pesca, agricultura e turismo sustentam uma população pequena e dispersa.
Da revista
Basalto, vento e a deusa do mar
Penghu é um arquipélago vulcânico de noventa ilhas, com basalto colunar, um templo mais antigo que a maioria dos templos de Taiwan e um vento que não para.
Na mesma cidade · Condado de Penghu ↗Noventa ilhas
Colunas de pedra
As ilhas são feitas de duas a quatro camadas de basalto, depositadas por fluxos de lava e intercaladas com arenito e argilito de mares rasos. Ao esfriar, a lava se rachou em colunas hexagonais, e o mar expôs essas colunas ao longo das falésias. Os locais mais conhecidos estão em Xiyu e Baisha, onde as colunas se alinham acima da água. A rocha é escura, as juntas são regulares, e o efeito é arquitetônico. A Área Cênica Nacional de Penghu foi criada no início dos anos 1990 para proteger a paisagem e promover o turismo, e o basalto colunar é a sua marca.
O templo de Magong
Magong cresceu em torno do Templo Tianhou de Penghu, geralmente considerado o templo de Mazu mais antigo de Taiwan. O local pode datar do início do período Ming, e o templo foi reconstruído no século XVI e ampliado após vitórias navais sobre piratas em 1563 e 1592. Uma estela de 1604, que registrava a exigência de que os holandeses deixassem Penghu, foi encontrada ali em 1919. O edifício atual resulta em grande parte de uma reforma de 1922, com entalhe em madeira ao estilo de Chaozhou e uma imagem principal que se diz ter mais de 700 anos. A cidade tira seu nome do templo, e a deusa ainda é a padroeira das ilhas.


