O incêndio florestal do Grande Khingan, em maio de 1987, causou perdas profundas e continua central na memória pública de Mohe. As cerimónias e o museu local do incêndio ligam a memória ao trabalho atual de prevenção de incêndios florestais.
A Prefeitura do Grande Khingan é uma unidade administrativa de Heilongjiang, mas o seu alcance administrativo não significa que todos os distritos se situem em terras pertencentes a Heilongjiang. Gagdachi e Songling são administrados pela prefeitura, embora a jurisdição territorial permaneça com a Mongólia Interior.
A Reserva Natural de Huzhong protege uma floresta de coníferas de clima temperado frio, dominada pelo lariço-da-Dauria, uma árvore caducifólia que perde as agulhas. A mudança sazonal de cor ajuda a compreender a ecologia da floresta do Grande Khingan.
Shibazhan reúne várias cronologias: vestígios arqueológicos, o sistema de estações de revezamento e um município Oroqen contemporâneo. A sua história entende-se melhor como camadas de história local do que como uma narrativa de origem única.
No condado de Huma, Baiyinna apresenta o património Oroqen através de uma exposição de cultura popular, um pátio temático de xamãs e espaços de artesanato em funcionamento, a par das mudanças práticas de uma economia de aldeia em desenvolvimento.
Mohe tem dias de verão excecionalmente longos, sobretudo perto do solstício de junho, mas fica a sul do Círculo Polar Ártico e não tem verdadeiro dia polar. As noites brancas e o crepúsculo são fenómenos reais que não precisam de exagero.
A história do ouro em Mohe ganhou forma institucional no final do século XIX, quando o governo Qing organizou uma empresa mineira perto do Amur. A história inclui transportes difíceis, política fronteiriça e os trabalhadores que construíram uma operação mineira remota.
Na margem sul do Amur, as casas de madeira e as tradições alimentares familiares de Beihong revelam uma aldeia fronteiriça através das memórias locais e do trabalho de uma padaria.