Formada em torno da estação da Ferrovia Oriental Chinesa instalada em Ang’angxi no fim do século XIX, a rua Rosia se desenvolveu como uma pequena cidade ferroviária. Um relato municipal de patrimônio de 2020 descreve uma nítida divisão entre norte e sul: os moradores viviam ao sul da estação, enquanto ao norte ficavam um clube ferroviário russo, edifícios da estação e residências. O conjunto reunia 117 estruturas de estilo russo; a rua media 1.451 metros de comprimento e 18 de largura. A estação não era apenas uma parada da linha: ela organizava os locais de moradia e de funcionamento das instituições ferroviárias.
Da revista
Rua Rosia: uma cidade ferroviária em torno da estação
Segundo um relato municipal de 2020, a rua Rosia forma um eixo urbano de 1.451 metros. A estação separava um bairro residencial ao sul de um conjunto, ao norte, com 117 edifícios ferroviários de estilo russo.
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Proteção e recuperação do bairro ferroviário
Em 2003, Qiqihar designou a rua Rosia como área de proteção prioritária, incluindo a estação, o clube dos ferroviários, o cemitério soviético e as residências de estilo russo. Um relato de 2021 da Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma descreve a restauração posterior, destinada a recuperar a aparência e o contexto históricos do conjunto. A conservação voltou a atenção para os edifícios como um todo: casas, instituições ferroviárias e espaços públicos preservam, em conjunto, a estrutura de um assentamento formado em torno do transporte.