Três alas de celas convergem num posto de observação dos guardas na antiga prisão de Lüshun. A organização torna a vigilância um princípio arquitetónico visível: a circulação converge para uma posição a partir da qual os guardas podiam acompanhar os movimentos. É uma planta de acesso desigual à visão, ao espaço e à escolha.
O complexo sobrevivente contém fases de construção russas e japonesas. O nome regista administrações coloniais sucessivas, cada uma das quais deixou alterações no local. A ala ocidental de celas conserva diferenças visíveis entre as fases de construção russa e japonesa.



