O relógio que media Chongqing
De uma torre de madeira erguida na guerra ao monumento de pedra pelo qual a cidade ainda acerta os relógios, a praça de Jiefangbei foi refeita duas vezes.
Yuzhong é a península no encontro do Jialing com o Yangtzé, com água em três lados, 23,71 quilômetros quadrados e cerca de 630 mil habitantes. É sede administrativa desde 318 a.C., quando Qin tomou Ba e fez de Jiangzhou a sede da sua comandância, e a cidade de Chongqing nasceu em 1929 da parte urbana do condado de Ba. O solo divide-se em cidade alta e cidade baixa: a baixa é o terraço ao norte do Yangtzé, sob a crista que passa pelo monte Pipa, Eling e o monte Pingding, e nela ficam Caiyuanba, Nanjimen e Chaotianmen. Onze subdistritos cobrem toda a península.
De uma torre de madeira erguida na guerra ao monumento de pedra pelo qual a cidade ainda acerta os relógios, a praça de Jiefangbei foi refeita duas vezes.
O monumento e a praça em volta, onde a capital de guerra ergueu uma torre e a cidade pôs depois as suas lojas.
Mais de 200 degraus de pedra azul entre a cidade alta e a baixa, e as vielas que cresceram ao lado deles.
Onze andares de casas sobre estacas contra a falésia da antiga porta Hongya, abertos em 2006.
A ponta nordeste da península, onde os dois rios se encontram e as escadas de pedra descem aos cais.
A ponte estaiada de uma só torre sobre o Jialing, com a estrada em cima e o metrô em baixo.
O teleférico de 1987 entre a rua Xinhua e Longmenhao, três minutos sobre o Yangtzé.
O templo chan da rua Minzu, com a sua falésia de budas Song e a sua sala de 524 arhats.
A casa de guildas qing dos comerciantes de Huguang e Guangdong, e a migração que encheu a cidade.
O museu construído para guardar o que o reservatório teria afogado: mais de 170 mil objetos, três mil deles peças classificadas das gargantas.