Da revista

A sala dos arhats atrás das lojas

Um templo Song da rua Minzu, queimado, quebrado e reconstruído, que guarda a sua falésia de budas por tudo isso.

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Do templo Zhiping ao templo Luohan

O templo foi fundado nos anos Zhiping dos Song do Norte, entre 1064 e 1067, por causa de uma gruta de arhats na rocha, e chamou-se primeiro templo Zhiping, pelo nome do reinado. Em 1752 a sala da frente ruiu e foi refeita como santuário do deus dragão. Em 1885 o abade Longfa reparou o conjunto, construiu uma sala dos arhats segundo o modelo do templo Baoguang de Xindu e acrescentou 500 arhats de barro, e o templo tomou o nome que ainda usa. É um templo budista chave do país em território han.

Queimado, quebrado, reconstruído

O templo ardeu num dos bombardeamentos sobre a cidade e só sobreviveram a porta e a Rocha dos Mil Budas; em 1947 a sala principal, a biblioteca e a sala dos arhats tinham sido reconstruídas. Em 1966 os 500 arhats foram destruídos. O templo reabriu em 1984, com o município a pagar as novas imagens, e a sala dos arhats foi construída em 1986 com 524 figuras de barro. A falésia ao lado tem mais de 400 figuras de budas ao longo de 20 metros, talhadas na época Song, num estilo próximo das talhas de Dazu.

O templo e a rua

A rua Minzu atravessa a parte mais densa da península, e o templo está dentro do bairro comercial, não afastado dele. Ning Hao filmou ali a sua comédia de 2006, Crazy Stone, e os pátios, com um bronze ming dos Três Sábios do Ocidente e um buda de jade birmanês, ficam a poucos passos das torres de Jiefangbei. A biblioteca guarda textos chineses, sânscritos e tibetanos e pintura e caligrafia Tang e Ming. Os fiéis ainda contam os 524 arhats e deixam moedas ao lado, prática que o templo guardou em cada reconstrução.

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