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Chamdo

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O mosteiro Zizhu e uma dança realizada a cada doze anos

O órgão de turismo de Chamdo situa o mosteiro Zizhu na montanha de mesmo nome, a mais de 4.800 metros, no município de Jue’en, condado de Dingqing. Também descreve uma dança ritual realizada uma vez a cada doze anos. Esse ciclo vem de uma página turística e não substitui o calendário ritual do mosteiro.

Do tanque de salmoura ao campo de sal: trabalho e canto em Yanjing

Uma reportagem de 2024 acompanha o salineiro Ze Ren Wangdui em Mangkang: a salmoura é retirada do poço, concentrada em tanques e depois levada aos campos de sal. O texto também aproxima o trabalho das categorias do xianzi de Mangkang — labor, paisagem, amor e brindes — sem inventar letras.

Um vaso de corpo duplo: cópia e original no Museu de Chamdo

Uma reportagem de 2025 sobre um passeio pela cidade descreve um vaso de corpo duplo exposto no Museu de Chamdo e esclarece que se trata de uma cópia. O original, escavado no sítio de Karuo, está no Museu do Tibete. A distinção abre uma história sobre objetos arqueológicos e sua exposição.

Shuodu: memórias sobrepostas numa cidade da Rota do Chá e dos Cavalos

Uma apresentação do condado de Luolong, publicada em 2025, descreve Shuodu como antiga estação da rota de caravanas e menciona muralhas, vestígios de uma guarnição Qing e um local de acampamento do 18.º Exército. A história da “árvore da união” pertence à memória oral local, não a um registro histórico datado.

O salão Chajima: murais e restauração no mosteiro de Riwoche

Duas reportagens públicas identificam Chajima como o salão principal do mosteiro de Riwoche e apresentam uma cronologia tradicional de construção. Um texto de 2019 também informa que pintores thangka locais participaram da reparação dos murais. Como não foi consultado um registro de conservação, as datas permanecem atribuídas às fontes.