O distrito descreve o curso do canal Tongji, das épocas Sui e Tang, em Sixian como um dos troços ativos preservados. Restam cerca de 28 quilómetros do antigo curso no distrito. «Paisagem viva» é uma expressão adequada: não se trata apenas de uma escavação fechada, mas de um espaço fluvial cujos usos posteriores e preservação continuam a fazer parte da vida local.
Da revista
Suzhou, Anhui: um guardião do antigo rio Bian
O reformado Zhang Yongping percorre de bicicleta o canal de Sixian para acompanhar o curso preservado.
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A ronda de bicicleta
O artigo acompanha Zhang Yongping, agora reformado, que percorre o canal de bicicleta para o vigiar. Segundo ele, 5,8 quilómetros mantêm a forma histórica. A escala humana desloca a história da engenharia dinástica para o cuidado presente: um morador mais velho regressa à água que conhece desde a infância e ajuda outros a notar o que permanece.
Nomes e memória
Zhang diz que cresceu a beber água do canal e chama rio Bian ao antigo curso. Uma rima local sobre a viagem do imperador Yang a Yangzhou circula na memória oral; o relato diz que Zhang a encontrou enquanto lia fontes históricas. A distinção importa: a rima pertence à tradição local, enquanto o seu testemunho sobre o troço preservado é uma observação contemporânea da paisagem.
Um curso herdado
O relato coloca o canal numa paisagem posterior de gestão da água. A norte do antigo dique, Jiangsu, Henan e Anhui abriram em conjunto um novo curso do Bian para controlar o Huai; segundo o artigo, ajudou a lidar com cheias e a fornecer água para irrigação, transporte, uso doméstico e aquicultura. O canal antigo e o rio novo pertencem a capítulos distintos da história local da água. A cena específica fica em Sixian, no Suzhou de Anhui.