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Laitian: um dojo chan talhado na rocha sobre uma vila murada

Uma vila fundada sob os Song no Qu, a sua barbacã Qing conservada e as imagens rupestres com um Maitreya sentado de dezassete metros.

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Uma vila no Qu

Laitian fica a cerca de 20 quilómetros a nordeste de Hechuan, na margem do Qu, um afluente que se junta ao Jialing na sede do distrito. A vila foi fundada sob os Song e figura entre as dez vilas antigas do país e no primeiro grupo das mais belas aldeias da China. A sua rua velha está ladeada por casas Ming e Qing a alturas diferentes. A sua barbacã Qing continua de pé e é registada como a única da sua espécie no Chongqing, conservada por si mesma e não por uma vista.

O segundo Buda

A sudeste da vila estão o templo Erfo e os relevos rupestres de Jiuyingyan, um sítio protegido de nível provincial. O que o registo destaca é o grupo de figuras que contêm: imagens chan de um dojo em atividade, descritas como as únicas da sua espécie que restam no país. A figura central é um Maitreya sentado de dezassete metros, o segundo do leste de Sichuan, de onde vem o nome do templo do Segundo Buda. Uma figura sentada deste tamanho só se lê de baixo e de longe, e por isso a rocha faz um trabalho que uma sala não podia fazer.

A lista de proteção

As imagens rupestres datam-se dos Song, e a sua história administrativa mostra como um sítio é reclassificado em vez de alterado. Foram anunciadas em 1956 no primeiro grupo de bens protegidos históricos e revolucionários de Sichuan, reanunciadas em 1980 no primeiro grupo de bens culturais de Sichuan, entraram em 1987 na lista indicativa do segundo grupo de bens municipais de Chongqing e foram nomeadas em 2000 no primeiro grupo de bens de Chongqing, com o templo Erfo e a barbacã. Em maio de 2006 passaram a monumento nacional do sexto grupo, e Laitian figura no primeiro grupo da lista de topónimos históricos do Chongqing. A lista mudou cinco vezes; a pedra, nenhuma.

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