Da revista

O monte Longduo: uma colina de pedra velha na serra ocidental

A colina de 624 metros a oeste de Hechuan, o alquimista que abre a sua história e mil anos de talha.

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A serra ocidental

Hechuan está onde o Fu e o Qu entram no Jialing, e as suas colinas dividem-se em duas serras: Huaying a leste e Longduo a oeste. O monte Longduo ergue-se a cerca de 60 quilómetros da vila, em Yanwo Chishui, a 624 metros acima da planície. O nome vem de como as cristas se prolongam sem fim, como um dragão em voo. É um lugar religioso onde budismo e taoísmo se praticam juntos, e figura no segundo grupo da lista de proteção de topónimos históricos do Chongqing, ao lado do próprio Hechuan.

O alquimista de 309

A história da colina começa com um alquimista. A lenda diz que no terceiro ano de Yongjia, 309, um imortal de Guanghan chamado Feng Gailuo subiu ao monte para preparar um remédio, e que um dia toda a família, dezassete pessoas, se elevou no ar e desapareceu, depois do que a colina ficou conhecida. O registo guarda junto a esse relato dois atos imperiais: sob Wu Zetian, ela ordenou aos monges que cavassem um tanque para soltar seres vivos, e sob Tang Xuanzong um monge celebrou na colina um rito por ordem imperial. De tudo isso resta sobretudo a pedra.

Oito vistas e pedra velha

O mais valioso do monte é chamado pela fonte distrital a talha antiga deixada por mais de mil anos. Em torno dela ordena-se um conjunto de oito vistas nomeadas, que se leem como legendas da própria colina: oferta de fortuna no alto da águia, imortais voadores na fonte, pedra estranha que sustenta um pinheiro, rocha clara rodeada de verde, dragão amarelo que respira névoa, velhos traços da cidade vermelha, fio branco sobre o rio e cumes empilhados de verdura. Nomear vistas é mais antigo do que qualquer medição, e é a talha a razão de o nome ainda se usar.

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