Fahai entra na Serpente Branca com uma certeza: humanos e espíritos pertencem a mundos separados. Para Bai Suzhen, que criou um lar com Xu Xian, essa fronteira ameaça uma vida inteira.
Num antigo relato impresso recolhido por Feng Menglong, a tigela do monge contém os espíritos e devolve a ordem. Os romances posteriores aproximam-se do desejo de casamento e família de Bai Suzhen. O mesmo homem passa a fechar-lhe o caminho.
Quando muda o coração da história
Jinshan, em Zhenjiang, guarda o confronto; Leifeng, em Hangzhou, prolonga a separação e a espera. Em palcos e narrativas, a certeza de Fahai encontra a ternura obstinada de Bai Suzhen: uma regra sobre o mundo diante do desejo de continuar uma vida comum.
