Em 1936, uma divisão independente do Exército Unido Anti-Japonês do Nordeste estabeleceu em Qixinglazi uma base com oficina de armamento, oficina de vestuário e escola político-militar. A divisão tornou-se o Décimo Primeiro Exército em outubro de 1937; outras unidades, incluindo elementos dos Terceiro, Quinto, Sexto e Oitavo Exércitos, entraram mais tarde na zona. Em fevereiro de 1938, forças japonesas e colaboracionistas destruíram a base. Uma fonte publicada pelo gabinete de investigação histórica do Partido Comunista Chinês regista as mortes do oficial político Jin Gen, de mais de cinquenta soldados da fábrica de armamento e de mais de vinte trabalhadores; assinala também um cemitério no local, hoje dentro de um parque florestal provincial e protegido como sítio cultural provincial de importância.
Da revista
Qixinglazi: uma base na floresta durante os anos de resistência
Uma base na floresta instalou oficinas e uma escola político-militar; a oficina mecânica dependia de energia improvisada e de um torno introduzido clandestinamente.
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De sítio de guerra a paisagem patrimonial
A fábrica de armamento era um conjunto de pequenas oficinas, não um único edifício fabril. Um relato de 2025 do comité provincial do Partido de Heilongjiang diz que sessenta soldados construíram oficinas de armas e munições em Laodaogou e uma oficina de reparação em Xiaobailazi; sete técnicos de Shenyang juntaram-se ao grupo sob a direção de Hu Zhigang. Para levar um torno para a floresta, desmontaram-no e esconderam as peças no alto de uma carroça carregada de palha. A energia também era improvisada: uma barragem e um gerador forneciam energia hidráulica; na estação seca, um motor de automóvel capturado queimava óleo; quando as outras fontes falhavam, os trabalhadores rodavam um volante à mão. O primeiro lote de pistolas foi produzido em caráter experimental no inverno de 1936.