A zona cénica de Mingshan fica junto ao Heilongjiang, em frente ao oblast autónomo judaico da Rússia. A descrição municipal de Hegang apresenta-a como três partes ligadas: um parque ribeirinho, a ilha Mingshan e o bairro de serviços turísticos Mingshan Canaan Star City. A disposição oferece três escalas de contacto com a fronteira: um passeio fluvial aberto, uma pequena ilha e uma área construída para visitantes. A ilha Mingshan foi designada zona cénica nacional de categoria 4A em 2011. É uma ilha estreita, com mais de três quilómetros de leste a oeste e cerca de 150 metros de largura, cobrindo aproximadamente 0,45 quilómetros quadrados.
Da revista
Mingshan: uma ilha fluvial e símbolos de uma região fronteiriça
A zona cénica de Mingshan reúne um parque ribeirinho, uma pequena ilha e um bairro temático para visitantes junto ao Amur. Os motivos chineses, russos e judaicos pertencem a espaços públicos concebidos, onde a geografia fronteiriça se cruza com o turismo.
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Um passeio acima da copa das árvores da ilha
A página oficial descreve a ilha Mingshan como uma ilha naturalmente arborizada e indica três funções gerais para os visitantes: uma área de recreação aérea, uma zona balnear junto ao rio e um Museu da Bacia do Rio Heilongjiang. Um passadiço elevado de 700 metros, entre cinco e sete metros acima do solo, liga oito «casas nas árvores» instaladas na mata. Junto à água, uma estrutura flutuante separada oferece vistas sobre o rio. A ilha é, assim, percorrida a dois níveis: entre as árvores e por cima delas, e depois junto ao rio aberto. A disposição faz das dimensões estreitas parte do seu carácter, com caminhos a seguir o eixo comprido em vez de se espalharem por um parque interior amplo.
Motivos culturais num parque fronteiriço moderno
Construído a partir de 2006, o parque ribeirinho estende-se por 1,8 quilómetros e divide-se em jardins temáticos chineses, russos e judaicos. A página municipal enumera elementos como uma fonte com dragão, figuras russas, um portão matriosca, uma menorá judaica e um muro memorial. São elementos de uma paisagem contemporânea para visitantes, não provas de que uma comunidade específica tenha vivido na ilha. A sua presença mostra como a zona cénica usa motivos visuais para contar uma história sobre culturas vizinhas do outro lado do rio. Para quem visita, a forma mais fundamentada de interpretar Mingshan é distinguir a ampla vista do Amur, o passeio entre a mata da ilha e os símbolos culturais concebidos para o parque.