Empurrar as mãos ao amanhecer: Chenjiagou e a formação do taijiquan
Numa aldeia do condado de Wenxian, o taijiquan inscrito pela UNESCO ainda se ensina num salão ancestral, numa ravina rasa e num museu feito para a arte.
Chenjiagou fica cinco quilômetros a leste da sede do condado de Wenxian, na crista de Qingfeng, e o governo municipal de Jiaozuo a chama de berço do taijiquan chinês, primeiro item do patrimônio cultural imaterial nacional com esse nome. A área cênica reúne o salão ancestral, o bosque ancestral, o lugar onde Yang Luchan estudou, a tumba de Chen Zhaopi, o terreiro de Donggou, o museu do taijiquan e o Parque Cultural do Taijiquan Chinês. Não se trata de um cenário reconstruído. A rede chinesa do patrimônio cultural imaterial registra que a prática se formou em Chenjiagou em meados do século XVII e que se atribui a Chen Wangting, da família Chen, a sua compilação, linhagem que mais tarde gerou as escolas Yang e Wu. A inscrição da UNESCO de 2020, decisão 15.COM 8.b.21, nomeia o condado de Wenxian como origem do elemento.
Numa aldeia do condado de Wenxian, o taijiquan inscrito pela UNESCO ainda se ensina num salão ancestral, numa ravina rasa e num museu feito para a arte.