Em 2014, foi aberto em Caizhao um centro de ensino de tecidos e vestuário lhoba. Segundo um relatório do departamento regional de cultura e turismo, o centro contratou a artesã Yayi como professora e organizou aulas sistemáticas para jovens mulheres da aldeia. A oficina deu à aprendizagem um espaço local, onde as alunas podiam se reunir regularmente e conhecer o ofício.
O mesmo relatório identifica a tecelagem lhoba de Milin como patrimônio cultural imaterial regional, inscrito em 2007. Outro relato do governo de Nyingchi, de 2021, descreve cursos posteriores em Caizhao: uma herdeira ensinou confecção de roupas a 18 aprendizes durante um mês; outra ensinou tecelagem a 11 aprendizes por 15 dias. Essas aulas datadas mostram a transmissão do ofício por meio de instrutoras e grupos organizados.