Da revista

Aprender a pintar em Wutun

Uma reportagem de 2020 apresenta a prática da thangka em Wutun por meio de um professor, aprendizes e um jovem colorindo uma tela no pátio artístico de Longshu.

Beiral do mosteiro de Wutun, fotografado em maio de 2026.
Beiral do mosteiro de Wutun, fotografado em maio de 2026.

Um professor e um jovem aprendiz

Uma reportagem de 2020 sobre a aldeia de Wutun apresenta Xiawu Jiao, pintor e escultor que transmite as artes Regong. Ela também acompanha Doula, então com 20 anos, aplicando cor numa tela no pátio artístico de Longshu. O desenho já estava marcado no tecido; seu pincel avançava pela imagem. O aprendizado acontecia ao lado da obra visível, no mesmo espaço da aldeia em que o professor trabalhava.

Quando a prática se torna sustento

Outra aprendiz da reportagem disse que estudava pintura havia três anos e ganhava cerca de 30 mil yuans por ano. Os números pertencem à experiência daquela pessoa e ao relato de 2020. Ainda assim, revelam um caminho possível em Wutun: dedicar tempo a uma arte minuciosa e depois trabalhar por encomenda. O texto também informava que o pátio de Longshu havia contratado mais de 400 artistas naquele ano. Formação e produção se encontravam num lugar, ligando a imagem a uma comunidade de trabalho.

Passagem entre edifícios do mosteiro de Wutun, maio de 2026.
Passagem entre edifícios do mosteiro de Wutun, maio de 2026.
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Créditos e direitos das fotografias
  1. Beiral do mosteiro de Wutun, fotografado em maio de 2026.Jonashtand · CC BY-SA 4.0 Fonte da fotografia ↗ Informação de direitos ↗ Redimensionada proporcionalmente e convertida para WebP, sem recorte. Nenhum objeto foi acrescentado, removido ou reconstruído.
  2. Passagem entre edifícios do mosteiro de Wutun, maio de 2026.Jonashtand · CC BY-SA 4.0 Fonte da fotografia ↗ Informação de direitos ↗ Redimensionada proporcionalmente e convertida para WebP, sem recorte. Nenhum objeto foi acrescentado, removido ou reconstruído.