Yar situa-se numa plataforma no vale de Yarnaz, a cerca de dez quilómetros a oeste do centro de Turpan segundo o relato municipal. Canais dividem-se a norte e voltam a encontrar-se a sul. Penhascos caem, nesse relato, até cerca de trinta metros. A página municipal cita o Hanshu: a sede do Jushi anterior era Jiaohe, assim chamada porque o rio se dividia e corria por baixo das muralhas. O nome descreve água antes de ser monumento.
Da revista
Uma cidade escavada para baixo
A cidade de Yar ergue-se numa plataforma entre dois canais, com compartimentos feitos cavando e não empilhando.
Na mesma cidade · Turpan ↗O rio explica o nome
Compartimentos que ficaram de pé na terra
O mesmo relato de património descreve o método como escavação para baixo. Os construtores marcaram as paredes e depois cavaram compartimentos, pátios e becos na plataforma. O que restou foi a parede. O tempo seco e a terra compacta ajudaram a cidade negativa a sobreviver. Vento, cheias e sismos também a danificaram, e campanhas de reforço fazem parte da sua vida recente. Uma superfície reparada e um corte antigo não têm a mesma idade.
Não são as mesmas ruínas que Qocho
A UNESCO lista Yar como componente 1442-006 e Qocho, ou Gaochang, como 1442-005. São duas cidades inscritas numa bacia. O resumo da autoridade chinesa do património nota que os edifícios religiosos do corredor atestam a convivência de muitas fés, e que em Qocho apareceram pinturas nestorianas além de budistas. Este artigo fica com a plataforma e o corte. As muralhas de Qocho e as pinturas rupestres da região pedem visitas e páginas próprias.

