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Três circuitos, três escalas de Lhasa

Nangkhor, Barkhor e Lingkhor descrevem rotas ao redor do santuário interno, do templo e da cidade histórica mais ampla.

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Pessoas caminham por uma rua na área de Barkhor.
Barkhor dá um contexto urbano ao circuito intermediário ao redor do Jokhang.

O primeiro círculo fica dentro

Os três circuitos nomeados de Lhasa começam em uma escala pequena. Nangkhor contorna o santuário central de Shakyamuni dentro do Jokhang. Sua relação é com uma imagem e os espaços religiosos logo ao redor. O percurso acontece em um interior sagrado, cujo centro identificável dá sentido ao movimento.

Os nomes também ajudam a compreender o espaço. Eles distinguem uma passagem interna das ruas externas, em vez de tratar toda rota ao redor do Jokhang como a mesma caminhada. O centro continua importante à medida que o círculo se expande, mas o ambiente e a relação das pessoas com ele mudam.

O círculo intermediário pertence às ruas

Barkhor é o circuito intermediário ao redor do exterior do Jokhang. As ruas que irradiam desse percurso centrado no templo também são chamadas de rua Barkhor. Lojas, casas e pátios dão ao circuito um cenário urbano onde a peregrinação e outras atividades diárias ocupam espaços vizinhos.

Uma reportagem de 2024 descreve mais de trinta ruas e vielas que se estendem ao redor do templo. Essa rede ajuda a explicar por que Barkhor é tanto um circuito nomeado quanto o centro de uma área antiga mais ampla. É possível contornar o templo e depois entrar em uma viela cujos edifícios pertencem a outra história de moradia, trabalho e comércio.

O Potala se ergue acima das partes baixas de Lhasa.
O Lingkhor mais amplo inclui o Potala entre os marcos religiosos da cidade.

Lingkhor reúne a cidade mais ampla

Lingkhor amplia o quadro para incluir Potala, Chakpori e Ramoche, além da cidade antiga centrada no Jokhang. A descrição do distrito de Chengguan apresenta esses elementos como três círculos que avançam para fora. Suas escalas distintas conectam um santuário, um entorno de templo e uma cidade com lugares religiosos relacionados.

Esse vocabulário oferece uma alternativa a ver Lhasa como uma lista de monumentos isolados. Um caminho conecta lugares pelo movimento, enquanto um circuito mantém a relação com um centro. Juntos, os três nomes descrevem a cidade em escalas sucessivas, do espaço sagrado estreitamente delimitado às distâncias abertas entre os principais marcos.

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Créditos e direitos das fotografias
  1. Barkhor dá um contexto urbano ao circuito intermediário ao redor do Jokhang.Gerd Eichmann · CC BY-SA 4.0 Fonte da fotografia ↗ Informação de direitos ↗
  2. O Lingkhor mais amplo inclui o Potala entre os marcos religiosos da cidade.Laika ac from UK · CC BY-SA 2.0 Fonte da fotografia ↗ Informação de direitos ↗