O parque se eleva na margem norte do Rio Amarelo, diante da cidade antiga. Relatos patrimoniais locais dizem que o pagode branco teve origem no período Yuan e foi reconstruído durante os Ming; a estrutura atual é associada à era Jingtai. A colina recebeu o nome da torre, visível do rio e da ponte Zhongshan. A história em camadas aparece no contraste entre um antigo marco religioso e a cidade moderna abaixo.
Da revista
A Colina do Pagode Branco sobre a margem norte
A Colina do Pagode Branco recebeu o nome do pagode reconstruído ali durante o período Ming. Trilhas, uma galeria de caligrafia e vistas do rio fazem dela um marco sobre a margem norte de Lanzhou.
Na mesma cidade · Lanzhou ↗Um pagode reconstruído na colina
Uma galeria de caligrafia e vistas da cidade
A Colina do Pagode Branco também abriga uma galeria de estelas caligráficas centrada no pavilhão Caosheng. Seus corredores exibem inscrições de calígrafos históricos e contemporâneos, muitas inspiradas na poesia e na escrita de Gansu. Um relevo panorâmico e a pintura Jin Cheng Lan Sheng, do período Qing, preservam vistas antigas de Lanzhou, incluindo a colina, a montanha da margem sul e uma ponte flutuante. Essas obras permitem comparar a cidade desenhada com aquela que hoje se estende do outro lado do rio.
Olhar para a outra margem e para baixo
Da ponte Zhongshan, o pagode é um marco claro na encosta norte; da colina, a ponte ancora a travessia do rio lá embaixo. A relação entre os dois marcos dá à orla uma composição reconhecível. A colina oferece uma perspectiva mais tranquila do vale, com telhados e estradas dispostos ao longo das margens. Também dá contexto histórico à travessia: antes da ponte de ferro, balsas e pontes flutuantes ligavam as margens de Lanzhou. Juntos, pagode e ponte tornam legível a paisagem da margem norte através de diferentes épocas.
