As gravuras de Ajuechana estão na margem direita do Lebuqu, perto do encontro com o Sequ, no município de Azi, condado de Chaya. Uma reportagem da Xinhua de 2018 localiza o sítio a cerca de oito quilômetros ao norte de Azi. Não é uma placa transferida para um museu, mas uma sequência de superfícies entalhadas ao longo do penhasco. A fonte descreve quatro faces inclinadas que se estendem por quase dez metros, numeradas de sul para norte, de um a nove. A disposição dá ao local uma ordem própria antes mesmo de identificar cada figura.
Da revista
Figuras no penhasco do rio: as gravuras de Ajuechana
Os nove painéis numerados de Ajuechana ficam na confluência dos rios Lebuqu e Sequ, no município de Azi, condado de Chaya. Uma reportagem descreve temas budistas, uma data possível e a proteção organizada após a descoberta.
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Temas budistas em nove painéis
A reportagem identifica figuras budistas e bodhisattvas. As imagens foram feitas com linhas incisas, cujos contornos são gravados na pedra em vez de se projetarem em relevo. A inclinação das faces influencia como as linhas aparecem conforme a luz e o ponto de observação. O texto não oferece um catálogo iconográfico completo; por isso, o artigo menciona apenas os temas identificados pela fonte e não atribui nomes a cada figura. Os nove painéis formam uma sequência deliberada, mas a reportagem não informa se foram feitos todos no mesmo período.
Uma data possível, não confirmada
A reportagem de 2018 sugere que o estilo, as inscrições tibetanas e os elementos artísticos podem apontar para o século IX. A formulação é explicitamente cautelosa. A comparação estilística ajuda a situar as gravuras num contexto histórico amplo, mas não equivale a uma inscrição datada ou a uma escavação com contexto estratigráfico seguro. O valor de Ajuechana não depende de fingir certeza: a fonte disponível sustenta uma possibilidade, não uma data precisa.
A descoberta trouxe a obrigação de proteger
As gravuras foram identificadas durante obras rodoviárias. Segundo a reportagem, as autoridades locais de patrimônio organizaram medidas de proteção e interromperam uma pedreira próxima. Essa sequência curta liga uma superfície antiga a uma decisão recente sobre o uso do terreno: as obras tornaram necessário reconhecer o que já existia na rocha. A fonte não detalha o plano de conservação nem o monitoramento posterior, portanto não revela o estado atual. Registra, porém, uma ação concreta: interromper uma atividade potencialmente danosa e manter as linhas no local.