Da revista

Dos teares de Jiaya às instituições de tapetes em Xining

Um ofício de aldeia passou por oficinas, uma escola profissional urbana e a produção fabril, chegando depois a exposições nacionais de patrimônio e à indústria contemporânea de tapetes.

O percurso documentado vai das oficinas dos anos 1920 à formação nos anos 1930, à produção após 1949 e a exposições posteriores. Diagrama editorial original e ilustrativo; não é fotografia nem planta medida.
O percurso documentado vai das oficinas dos anos 1920 à formação nos anos 1930, à produção após 1949 e a exposições posteriores. Diagrama editorial original e ilustrativo; não é fotografia nem planta medida.

Um ofício chega à cidade

A história distrital de Huangzhong acompanha a produção de tapetes da aldeia de Jiaya até Xining. Ela situa as primeiras oficinas manuais no início da década de 1920 e uma escola profissional especializada em produção de tapetes no início da década de 1930. Depois de 1949, segundo o relato, foi criada uma fábrica de tapetes em Qinghai e tecelões de Jiaya passaram a integrar a produção organizada. É uma história de mudança de escala: habilidades ligadas às oficinas da aldeia entraram na formação profissional urbana e na produção organizada.

O nome da aldeia continuou ligado ao ofício enquanto as instituições mudavam. A história distrital inclui tanto a tecelagem na aldeia como filiais fabris criadas mais tarde em diferentes partes de Huangzhong. Isso ajuda a entender por que “tapete de Jiaya” pode nomear uma tradição local e uma indústria mais ampla, mesmo quando cada peça vem de diferentes tipos de oficina.

Fábricas e exposições de patrimônio

O percurso institucional do ofício continuou no século XXI. Um relato do Ministério da Cultura e do Turismo registra uma visita em 2021 ao grupo Qinghai Shengyuan Carpet, onde Yang Yongliang, reconhecido como representante do patrimônio em nível nacional, apresentou a proteção da tecelagem de Jiaya. Em 2022, a técnica de tecelagem de tapetes tibetanos de Jiaya apareceu na Exposição Chinesa do Patrimônio Cultural Imaterial, em Jinan, em uma mostra sobre os resultados da proteção nacional do patrimônio.

O trabalho na aldeia, a formação profissional, as fábricas e as exposições colocam o ofício em contextos diferentes. A história distrital de 2024 descreve a produção de tapetes como parte importante da economia de Huangzhong; o registro patrimonial identifica a tecelagem de Jiaya como projeto representativo nacional. Em conjunto, as fontes mostram como uma prática de aldeia se tornou indústria regional e tradição patrimonial reconhecida. O caminho documentado passa do tear à sala de aula, à fábrica e à exposição.

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Créditos e direitos das fotografias
  1. O percurso documentado vai das oficinas dos anos 1920 à formação nos anos 1930, à produção após 1949 e a exposições posteriores. Diagrama editorial original e ilustrativo; não é fotografia nem planta medida.© 2026 IFreeing · Informação de direitos Fonte da fotografia ↗ Redimensionada proporcionalmente e convertida para WebP, sem recorte. Nenhum objeto foi acrescentado, removido ou reconstruído.