Monte, cúpula, salão A sul da Cidade Proibida, o Templo do Céu mantém a sua própria linha. Na extremidade sul, o Altar Circular fica aberto ao céu. Logo a norte ergue-se a Cúpula Imperial, sob um telhado cónico. Um caminho sagrado elevado continua para norte até ao Salão da Oração por Boas Colheitas, redondo, de três níveis e também com telhado cónico. Imperadores ming e qing usaram estes lugares para oferecer sacrifício ao céu e rogar colheitas, como intermediários entre o povo e o reino celestial. A oeste, o Salão da Abstinência é onde o imperador jejuava após o sacrifício. Muros duplos e pinheiros antigos encerram o conjunto. A contagem breve é de 92 edifícios antigos e 600 salas.

Um altar, depois um nome novo O Altar original do Céu e da Terra foi concluído com a Cidade Proibida em 1420, o décimo oitavo ano do imperador ming Yongle. A inscrição coloca-o no lado oriental de Yongnei Dajie. Em 1530, nono ano de Jiajing, a corte decidiu sacrificar separadamente ao céu e à terra, e construiu o Altar Circular a sul da sala principal dedicada ao céu. Em 1534, décimo terceiro ano de Jiajing, o altar foi renomeado Templo do Céu. A disposição descrita na síntese breve, de 273 hectares, formou-se em 1749 após reconstruções sob os imperadores qing Qianlong e Guangxu. A caixa da inscrição na mesma página dá a propriedade como 215 hectares. Essas duas cifras mantêm-se como a página as imprime. Este artigo usa 273 hectares apenas para a disposição histórica de 1749.

Inscrito em 1998 O Conselho de Estado incluiu o Templo do Céu no primeiro grupo de Sítios Prioritários de Proteção Estatal em 1961. A UNESCO inscreveu-o em 1998 sob os critérios (i), (ii) e (iii). O ponto da página para o parque Tiantan é 39°52′55.8″ N, 116°24′24″ E. A lista da repartição municipal de cultura de 30 de julho de 2026 coloca o parque do Templo do Céu em Dongcheng, o mesmo distrito que o Museu do Palácio. Não são uma só visita. O palácio alberga uma corte. O altar olha para o céu.