A mina de cobre De’erni fica na cordilheira de Ani Maqen. A mineração a céu aberto e os depósitos de estéril danificaram a pradaria alpina, erodiram encostas e degradaram pastagens próximas. Uma reportagem de 2025 da Administração Florestal descreve o plantio de gramíneas a 4.430 metros. Uma das primeiras dificuldades era a falta de solo. A empresa processou serpentinita local, de textura mais macia, para criar um solo composto que sustentasse o crescimento de plantas forrageiras.
Da revista
Restaurar uma encosta de alta montanha na mina De’erni
Uma reportagem de 2025 descreve como a mina de cobre ativa De’erni recupera encostas alpinas danificadas com solo preparado de materiais locais e métodos de retenção de água.

A encosta precisa de solo e água
Recuperação durante a operação da mina
A mesma reportagem identifica De’erni como mina em operação e cita um funcionário que recorda a percepção dos danos ecológicos após o início da produção em 2006. A restauração básica foi concluída em 2024 e, em outubro daquele ano, a mina entrou na primeira seleção de casos-modelo de recuperação ecológica de minas em produção do Ministério de Recursos Naturais. As medidas também se inspiraram em terraços e grades de capim para reter água e solo. Em encostas de grande altitude, solo, umidade e cobertura vegetal estão ligados.