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Oito tendas móveis e um memorial posterior

As Oito Câmaras Brancas são lembradas como tendas móveis de feltro; o atual complexo memorial de Ejin Horo foi construído em 1954.

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Um santuário que podia viajar

Um amplo pátio conduz a um salão memorial branco, com detalhes vermelhos e dourados no telhado. A arquitetura fixa o lugar, mas a forma sagrada anterior era móvel: as Oito Câmaras Brancas eram oito tendas de feltro que acompanhavam seus guardiões. Estão associadas ao rito de Gêngis Khan. Sua história vai do início do século XIII ao Ordos de meados do século XV e, depois, à pradaria Bayan Changhug, na bandeira Ejin Horo.

Uma construção do século XX

O complexo memorial visível hoje foi construído em 1954. Seus salões permanentes deram um lugar duradouro a uma paisagem ritual antes móvel. As tendas e a arquitetura atual pertencem a épocas diferentes, mas ambas fazem parte da memória e do cuidado com as Oito Câmaras Brancas. A forma mudou; o papel cerimonial do lugar continuou.

Um rito que continua

O rito de Gêngis Khan entrou na primeira lista nacional chinesa de patrimônio cultural imaterial. Em Ejin Horo, Ordos, a cerimônia liga as Oito Câmaras Brancas a uma paisagem maior de memória e guarda. A prática leva ao presente uma história de deslocamento e retorno.

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